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Call of Duty: Infinite Warfare - Análise


Infinte Warfare é a mais recente entrada na série anual Call of Duty. Desta vez a acção passa-se no espaço, assumindo um cariz ainda mais futurista do que os jogos anteriores. Mas vale a pena jogá-lo? Vamos ver.

Veredicto

Se em Advanced Warfare já entrávamos um pouco no campo da ficção científica, com a introdução dos jetpacks e outros gadgets, então agora é que a Activision decidiu definitivamente dar tudo por tudo e ir para o espaço, incluindo lutas entre naves espaciais.


The Witness - Análise

Versão testada: PS4



















Lembram-se da primeira vez que ficaram encalhados num boss difícil? Talvez tenham estado quase 20 minutos na primeira tentativa, talvez até mesmo a repetir o mesmo processo durante horas. Eu lembro-me bem das sete horas seguidas que passei para derrotar o Pursuer no Dark Souls 2 logo no início do jogo. Independentemente do jogo, boss ou situação frustrante na qual estiveram presos, de certeza que se lembram do momento exato em que o vosso cérebro fez "click" e finalmente transpuseram o conflito. Quem sabe a suar e exaustos, nada vos impediu de se levantarem e darem uma volta na sala pensando no quão satisfeitos estão com vocês mesmos.


Star Wars Battlefront - Análise

Versão testada: PS4



















Era talvez um dos jogos mais aguardados deste ano, sobretudo para os fãs do universo Star Wars. Uma produtora de renome, como a DICE, pegou no nome da franquia para produzir um shooter em primeira pessoa multiplayer. O resultado? Depende das expectativas de cada um.

Veredicto

Devo desde já começar por dizer que Star Wars Battlefront é talvez o jogo mais bonito que já vi nesta geração. A versão que analisámos, para PS4, corre a 60 FPS constantes com uma qualidade visual estonteante.


Fallout 4 - Análise

Versão testada: PC




















O parar da chuva ao cair da noite torna o ambiente de Boston - agora conhecida como a famosa Commonwealth – sombrio, amargo e tenebroso. Eu e Nick Valentine – um dos companheiros mais carismáticos presentes no jogo – estamos completamente sozinhos, ao mesmo tempo que nos concentramos no objetivo principal: encontrar um aparelho fulcral para a realização de uma das missões principais do jogo. Não fazemos ideia dos perigos que se avizinham, mas ao mesmo tempo penso que não talvez não queiramos saber! Custe o que custar, tenho de encontrar e salvar o meu filho o mais rapidamente possível!


Need for Speed - Análise




















Fazer um reboot a uma série que conta já com mais de 20 anos é um passo audacioso mas arriscado. Após Need for Speed: Rivals, de 2013, a EA decidiu reiniciar por completo a franquia e tentar voltar a cativar os fãs antigos ao mesmo tempo que atrai novos. O resultado? Podia estar melhor.


Killer is Dead: Nightmare Edition - Análise

Versão testada: PC



















O mercado de videojogos está cada vez mais formatado! Percebe-se as dificuldades provenientes deste tenebroso momento de crise, mas não deixa de ser infeliz a grandiosa ausência de títulos mais criativos e originais. Existem algumas lufadas de ar fresco, mais precisamente jogos como Child of Light e Valiant Hearts, contudo sinto claramente um enorme vazio no que toca à liberdade de criação artística. Suda 51 (Goichi Suda) é talvez um dos poucos criadores que ainda primam pela diferença e estranheza, apresentando produções que provocam em mim um grande entusiasmo. O criador de jogos como Killer7, Shadow of the Damned e No More Heroes, apresenta agora ao mundo Killer is Dead, um jogo hack 'n' slash que prima pela sua abordagem visual, conseguindo por fim o seu lançamento no PC.


Super Meat Boy - Análise

Versão testada: PS Vita



















Será sempre indiscutível a importância de Super Mario Bros. perante toda a minha vida, principalmente enquanto profundo amante de videojogos. Mais do que o "pai" dos jogos de plataformas, o brilhante jogo da Nintendo conseguiu inspirar futuras gerações ao mesmo tempo que se reconhece como intemporal. Talvez seja essa razão pela qual adoro as produções indies - que têm a vindo a ocupar o tenebroso vazio entre os lançamentos de títulos AAA – que tanto se orgulham das suas simples bases culturais.


FIFA 16 - Análise

Versão testada: PS4























A cada ano que passa temos pelo menos uma certeza na vida: um novo FIFA. A edição deste ano da aposta da EA apresenta algumas novidades, a maior delas sendo a presença de selecções femininas. E o resto? Valerá a pena?

Veredicto

Em primeira instância, o FIFA 16 pareceu-me ser prometedor. Após experimentar não me posso dizer desiludido, apenas posso criticar as minhas altas expectativas. Não me entendam mal, o jogo está bom, apenas não notei grandes diferenças, que seriam expectáveis após um ano a trabalhar no motor da PS4 e Xbox One. Algo que me deixou satisfeito foi o menu ser todo em Português, peço desculpa se ofender alguém, o verdadeiro Português! Ainda que com o novo acordo ortográfico... A competitividade aumentou sem qualquer dúvida, sendo agora mais difícil marcar golos, pois os remates requerem maior mestria da nossa parte, e defensivamente uma boa táctica e estratégia são necessárias.


Metal Gear Solid V: The Phantom Pain - Análise

Versão testada: PC




















17 horas e 23 minutos. Caminho pelos patrulhados terrenos húmidos de África completamente concentrado num único objetivo: destruir cinco veículos inimigos antes que consigam ultrapassar a zona limite. Miller informa-me, através do iDroid, que tal ato é necessário de forma a impossibilitar o possível melhoramento militar das tropas adversárias, o que dificultaria futuras intervenções da nossa parte. Existem várias formas de concluir os objetivos: destruo todos os alvos sem deixar rasto utilizando meios explosivos de forma drástica, ou aposto na minha inteligência e arrisco a minha vida ao tentar capturar os alvos e enviá-los para a minha Mother Base.

Sinto que estes são uma mais-valia para os meus Diamond Dogs, colocando assim a minha vida na linha da frente! Não vou mentir; não se trata apenas de melhorar a minha base mas também de provar o porquê de eu ser considerado uma lenda aos olhos daqueles que vivem no campo de batalha. Ao mesmo tempo que os veículos se aproximam, vou pensando numa estratégia que possibilite grandes níveis de sucesso e é então que me lembro de uma solução: decido plantar cinco explosivos C4 na estrada onde é previsto passarem os respetivos alvos. A ideia aqui é ir explodindo um a um com uma certa distância de segurança, querendo criar apenas uma mera manobra de diversão para ganhar tempo. 


Grand Theft Auto V - Análise

Versão testada: PC





















Certamente não será muito difícil adivinhar o veredicto final desta análise. Contudo, se me permitem, não só gostaria de vos escrever sobre um dos melhores jogos alguma vez criados, como também seria para mim uma honra lerem toda a minha experiência com a mais recente obra-prima da Rockstar. Não é que seja grande surpresa que este seja um título que transpire qualidade por todos os seus poros. Diria mais que esta é uma boa desculpa para todos refletirmos sobre o que de melhor existe nesta maravilhosa indústria.


Resident Evil: Revelations 2 - Análise

Versão testada: PS Vita



















Foi no decorrer do mês de Dezembro, mais precisamente no deslumbrante PlayStation Experience, que a Sony deixou os possuidores da PS Vita completamente boquiabertos! Não só foram oferecidos jogos de forma gratuita, como fizeram-se ouvir novas produções a caminho da portátil e entre elas estava o novo jogo da Capcom: Resident Evil Revelations 2. Como seria de esperar, o meu entusiasmo subiu de forma imparável ou não seria eu um grande admirador da famosa saga nipónica de terror. Cerca de seis meses depois do lançamento nas plataformas domésticas, chega-nos às mãos a tão prometida versão portátil. Será que a espera valeu a pena?


The Witcher 3: Wild Hunt - Análise

Versão testada: PlayStation 4




















Um dos jogos mais esperados dos últimos anos e um dos grandes candidatos a jogo do ano em 2015, em análise. Leiam o que achámos do jogo.

Veredicto

O sucesso da série The Witcher pode mais ou menos ser comparada com a história do "patinho feio". O primeiro The Witcher, exclusivo PC, foi um título com qualidade mas devido aos poucos fundos da produtora para investir em marketing, pouca gente ficou a saber da sua existência. A divulgação foi muito à base do "passa a palavra", e os que conhecerem ficaram fãs.


Razer Nabu X - Análise


Analisámos a Razer Nabu X, uma smartband que serve como um auxiliar de notificações do nosso telemóvel.

Veredicto

Muita gente se pode questionar acerca da utilidade de uma smartband, e é perfeitamente compreensível. É um produto relativamente novo no mercado, que ainda não se instalou com um grau de confiança suficiente para que as pessoas o reconheçam como mais um objecto de tecnologia que costumamos carregar no dia-a-dia.


Battlefield Hardline - Análise

Versão testada: PC




















Battlefield Hardline é o primeiro jogo da série, em muito tempo, que arrisca uma mudança radical. Em vez de conflitos militares, o título foca-se agora no clássico tema "polícias vs. ladrões". É também a primeira vez na série que a produção passa para as mãos da Visceral Games, mais conhecida por Dead Space. Tantas mudanças significam definitivamente uma lufada de ar fresco, mas para melhor?

Veredicto

A minha grande paixão pela série Battlefield vem de Battlefield 3 no PC. Tenho imensas horas depositadas só no multiplayer desse título e, até à data, continuo a considerar o melhor multijogador da série inteira. Foi sem dúvida um título que me marcou imenso por todos os momentos de diversão e espectacularidade, sobretudo quando acompanhado de amigos.


Metal Gear Rising: Revengeance - Análise

Versão testada: PC



















O futuro da guerra nunca foi tão negro! Soldados que combatem arduamente, presos num ciclo onde os seus pensamentos se encontram bloqueados pela tecnologia avançada. E para quê? Talvez para a proteção dos mais fracos? Ou será pelos interesses dos mais ricos e poderosos? São este tipo de temas que Metal Gear Rising: Revengeance coloca em questão. 

Cada vez mais temos jogos que nos conseguem pôr a pensar e duvidar o meio que nos rodeia. Provavelmente, esta afirmação poderá para muitos constituir um elogio, o que sinceramente acaba por ser verdade. Mas mais importante do que impor estes novos meios de reflexão, é o divertimento que sentimos ao nos introduzirmos nestes brilhantes mundos virtuais e Metal Gear Rising: Revengeance faz um excelente trabalho nessa vertente.


Home: A Unique Horror Adventure - Análise

Versão testada: PS Vita


















O movimento indie nos videojogos tem demonstrado cartas impressionantes na criação de experiências memoráveis. Minecraft revolucionou a forma como os jogadores vêm estas pequenas pérolas, sendo que hoje em dia, todas as semanas, centenas de jogos independentes são adquiridos pelos mais variados jogadores.

Como forma de verificação deste mesmo processo, agora até as próprias consolas (principalmente a PlayStation) procuram captar a atenção dos criadores independentes e digamos que o resultado é na maior parte das vezes bastante positivo. Home: A Unique Horror Adventure afirma-se como mais um jogo a ter conta, isto num mercado cada vez mais preenchido.


Borderlands 2 - Análise

Versão testada: PS Vita




















O mercado dos videojogos está, neste preciso momento, repleto de experiências de shooters em primeira pessoa. Cada vez se torna mais difícil conseguir destacar-se perante a feroz concorrência, principalmente quando falamos de nomes como “Call of Duty”, “Battlefield”, “Halo” e “Half-Life”. Mesmo assim, a Gearbox conseguiu o que para muitos seria inesperado: criar uma nova saga que realmente seja importante no mundo dos videojogos. Borderlands 2 não só tem levado críticas fenomenais, como tem alcançado largas vendas num mercado disputado por bastantes “pesos pesados”. Continua dia-após-dia a bater recordes de exemplares vendidos. Para além disto, Borderlands 3 é das sequelas mais requeridas pelos jogadores nestes últimos três anos.


Razer Leviathan - Análise


O primeiro sistema de som da Razer já chegou, e nós já o analisámos. O Leviathan apresenta-se como uma alternativa bastante competente a quem quer o poder sonoro de um sistema 5.1 mas prefere algo mais modesto.

Veredicto

Para uma companhia que sempre se especializou em acessórios para gaming no PC, confesso que estava algo reticente com este novo risco da Razer. Não sei até que ponto a ideia de tentar simular um som 5.1 numa única barra de som + subwoofer seria boa ideia ou funcionaria.


Metal Gear Solid V: Ground Zeroes - Análise

Versão testada: PlayStation 3




















Nota: Gil Correia é o nosso mais recente escritor e esta é a sua primeira análise para o Gamer Source. Apesar do título não ser recente, esta é uma forma de se apresentar aos leitores e se integrar na equipa. Esperemos que gostem.


1975. Somos Big Boss, o soldado mais respeitado por todo o planeta. Ao nosso redor, existe uma enorme base desconhecida com parâmetros de alta segurança, em que a noite e a chuva forte dificultam a nossa visão. Conseguimos entrar na base furtivamente, contudo perigos que podem ditar o nosso fim aproximam-se! Do lado esquerdo de Big Boss, dois guardas patrulham o perímetro relativamente juntos. Não existe muito tempo para pensar, sendo que a melhor opção é deitarmo-nos no chão. Começa o jogo da perícia, experiência e sorte. Acima do nosso ombro esquerdo existem arbustos, que combinados com a chuva forte e imparável formam fatores que são capazes de nos esconder. Rastejamos sem demoras para o local estratégico e logo de seguida retiramos a nossa “tranquilizadora” do coldre. Preparamos a mira… firme… à… espera do… momento certo… “Bang”! “Bang”! Os dois guardas caiem após dois tiros certeiros na cabeça. Uma estratégia bem executada com a experiência em shooters, mas mais concretamente foi a sorte que estava do nosso lado, esperando que assim continue para conseguirmos cumprir os objetivos com sucesso. 


Asus Strix 7.1 - Análise


O Strix 7.1 é o mais recente headset para gaming da Asus, com várias funcionalidades que o tornam um dos mais completos do mercado.

Veredicto

A questão da escolha de um bons headphones em detrimento, por exemplo, de um sistema surround é algo bastante debatível. O jogador mais casual poderá contentar-se com esta última opção, mas para quem joga de forma competitiva ou simplesmente gosta de ter uma vantagem extra em jogos multijogador, é sempre bom termos um aliado em que podemos confiar.

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